Envolvidos se apresentam à PF
Suzy Monteiro 24/02/2017 22:30 - Atualizado em 01/03/2017 13:05
Quatro envolvidos no caso Chequinho e que estão sob risco de nova prisão se apresentaram nesta sexta na delegacia da Polícia Federal (PF). Como não havia nenhum mandado contra eles, os ex-vereadores Miguelito (PSL) e Ozéias (PSDB), a ex-secretária de Desenvolvimento Humano e Social Ana Alice Alvarenga e o ex-subsecretário de Governo, Alcimar Avelino, foram liberados. A polêmica em torno de uma possível prisão surgiu após julgamento de Habeas corpus, na noite de quinta-feira, quando o plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) seguiu entendimento do desembargador Marco José Couto, de que a decisão de se expedir ou não novos mandados de prisão agora cabe ao juiz da 100ª Zona Eleitoral, Ralph Manhães. Anteriormente, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através da ministra Luciana Lóssio, tinha mudado a restrição de liberdade por medidas cautelares. De acordo com o advogado Fernando Fernandes, o TSE já conhece todos os fatos, e entende que até o momento a ordem liminar está sendo cumprida, já que não há mandados de prisões: “Assim, Miguelito, Ozéias, Ana Alice e Alcimar se apresentaram à PF hoje, (24/02), e estão cumprindo rigorosamente a liminar do TSE”.
Áudio que circulou nas redes sociais e foi atribuído ao advogado diz que a decisão do TRE colocaria em risco, inicialmente, Ozéias e Miguelito, Ana Alice e Alcimar. Os três primeiros chegaram a ser presos durante a Chequinho e Alcimar teve a prisão expedida, mas permaneceu foragido por mais de um mês, até resultado favorável no TSE.
Nessa sexta, Fernando Fernandes divulgou nota em que cita a divulgação do áudio: “A divulgação da gravação de mensagem de voz, via whatsapp, aos seus clientes trata-se de uma violação direta à prerrogativa do advogado. O defensor, de Ozéias, Miguelito, Ana Alice Ribeiro e Alcimar Ferreira Custódio, enseja a mesma isonomia aplicada a um fato conhecido do ano passado, quando o juízo determinou que fosse investigado o vazamento de uma mensagem pessoal enviada pelo delegado da Polícia Federal (PF), Paulo Cassiano, responsável pela Operação Chequinho, na qual pedia voto para o atual prefeito”, afirmou a nota.

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