Campos amanhece com policiamento normal nas ruas
Jhonattan Reis e Camilla Silva 10/02/2017 06:55
Em frente ao 8º Batalhão da Polícia Militar (BPM), cerca de 10 famílias realizam manifestação. Em todo o estado, a movimentação é considerada normal e o policiamento segue nas ruas. Familiares de policias fazem protestos em alguns batalhões, como ocorre em Macaé, mas não está atrapalhando a ida dos policiais para as ruas.
O comandante do 8º BPM, tenente-coronel Fabiano Santos, voltou a tranquilizar a população da região Norte Fluminense quanto ao policiamento nas ruas. "Como eu já havia informado antes, não vai haver nenhuma espécie de paralisação ou protesto. A população entrou em pânico e não havia razão para isso. Passei a madrugada acordado aqui no batalhão e era perceptível a diferença de movimentação no trânsito, a grande quantidade de curiosos que paravam com veículo em frente ao 8° BPM para ver se tinha alguma paralisação. Uma manifestação pode ocorrer desde que não atrapalhe a ordem pública. Mas a nossa parte vamos fazer, que é garantir o policiamento. Estamos com policiamento normal em todas as áreas de Campos. Nas regiões de divisa com o Espírito Santo, segue o policiamento da mesma forma que estava. Não tem o porquê de a população ficar assustada no momento, pois a Polícia Militar continua seu trabalho", destacou o comandante.
A população ficou bastante apreensiva com a possibilidade de paralisação dos policiais militares. Ao longo de toda a semana, circularam vários informações nas redes sociais de que os PMs fariam uma greve nesta sexta-feira (10). Em Campos, algumas unidades escolares da rede particular decidiram cancelar as aulas nesta sexta como medida de prevenção. Diversas lojas na cidade tiveram a segurança reforçada e algumas chegaram a ter os produtos retirados de seu interior.
O Instituto Federal Fluminense (IFF) manteve as aulas nesta sexta-feira, mas, segundo funcionários da instituição, a movimentação de alunos nesta manhã está menor que o normal. “Está vindo pouquíssima gente, cerca de 20% do que costuma vir”, afirmou o assistente de alunos Lúcio Alves Ferreira Gomes.
Estudante do curso de Mecânica do IFF, Maria Luiz Monteiro Serafim, 19 anos, disse que ficou na dúvida se haveria paralisação, mas resolveu ir à aula. “A gente pensou que iria parar. Porém, como procuramos informações e não podemos parar, porque o calendário está muito atrasado, estamos vindo para a escola. Se parasse ou não, teríamos que vir, a não ser que a instituição suspendesse as aulas", contou a aluna, que à noite retorna à instituição para outro turno do curso.

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