Rafael Khenaifes
31/03/2025 11:53 - Atualizado em 01/04/2025 10:00
Ataque de cachorro
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Reprodução
Uma mulher ficou ferida ao ser atacada por um cachorro de raça indefinida no último final de semana na Rua Antônio Faria da Silva, na Pecuária, em Campos. A vítima sofreu um ferimento na coxa e, apesar do susto, passa bem.
Como mostrado em imagens de câmera de segurança próximo do local do ocorrido, ela caminha pela rua quando o cachorro vai para cima dela. Ela foi atingida por uma mordida na perna, momento em que caiu ao chão. Em seguida, ela se levanta e consegue se afastar do animal.
Vídeo:
Segundo os relatos das redes sociais, não é a primeira vez que ataques com o mesmo cachorro acontece, outros moradores relataram já terem sido vítimas do animal em outras situações, como contado pela moradora Tassiana Rangel de Freitas, que é amiga da família da vítima.
"Não foi a primeira vez o ataque dele aqui na rua. Ele já atacou a outra tia do meu esposo, ela tomou ponto no joelho. Ele já atacou a minha sobrinha com o meu sobrinho de um ano no colo. Ele veio por trás dela pra poder pegar o meninozinho, ela levantou o bichinho pra poder tirar dele e ele começou pulando pra ver se conseguia pegar a criança. Agora, por último, agora foi a Maria, que já é idosa. Ele fez um estrago na perna da senhora. A gente fala com o dono, o dono fala que não é dele. Ele simplesmente dá água e comida. Mas assim, se está dentro do quintal da casa dele, né? É dele", explica Tassiana.
Ainda segundo Tassiana, "se não fosse dele, não tinha que estar dentro do quintal dele (...) Aí eles passam no portão, abrem o portão. O cachorro sai, ataca os cachorros daqui de casa, vem no portão de casa para poder atacar os cachorros que estão dentro do quintal", ressalta a moradora.
A Folha entrou em contato com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que informou que o cachorro foi capturado na tarde dessa segunda-feira (31), na rua Antônio Faria da Silva, no Parque Pecuária, e levado para o canil do órgão.
O CCZ esclareceu ainda, em nota, que o acionamento deve acontecer no momento do flagrante para facilitar a captura dos animais.
"Especificamente em casos de ataques por cão agressor às pessoas, o Corpo de Bombeiros Militar tem atuado e auxiliado o CCZ de forma colaborativa, quando necessário. Também reforçamos que deixar animais soltos em vias públicas é crime de maus-tratos. Uma vez identificado, o tutor pode ser preso e punido com até cinco anos de reclusão, incluindo multa e perda da guarda do animal. Entre os riscos ocasionados por animais soltos em vias públicas, estão ataques por cães agressores, disseminação de doenças zoonóticas, como a raiva, a leishmaniose, a escabiose e as verminoses, além de causarem acidentes,” explicou a nota. O telefone para contato com o CCZ é (22) 98173-0471.
De acordo com a decisão da Assembleia, Laila Póvoa, vice-presidente, assume a presidência do clube, embora a confirmação burocrática ainda dependa de formalidades
As inscrições podem ser feitas até 25 de abril.; Entre os benefícios disponíveis estão bolsa auxílio competitiva, vale refeição, vale transporte, entre outros