Escola de Aprendizagem Inclusiva iniciou suas atividades nesta terça
Ingrid Silva 25/10/2022 19:06 - Atualizado em 25/10/2022 19:50
A Escola de Aprendizagem Inclusiva (EAI) de Campos iniciou suas atividades nesta terça-feira (25), que atende crianças típicas e atípicas de 2 a 8 anos da rede municipal de ensino, e acontece de terça a sexta-feira. O projeto é desenvolvido no Castelo da Cidade da Criança, e busca focar na dificuldade de aprendizagem, independente de laudo. A Escola recebe, em média, 18 crianças por dia, sendo atendidas uma vez por semana mediante agendamento.
A EAI seria uma forma de aprendizado em contraturno, ou seja, os alunos vão para a escola no turno normal e, no tempo em que estão livres, poderão estar no local. A ideia do projeto é trabalhar as habilidades cognitivas que estão dentro daquilo que a escola identificou como uma dificuldade no processo de aprendizagem.
“Elas vêm aqui trabalhar justamente as habilidades que a gente precisa que ela desenvolva para que tenha um processo de aprendizagem cada vez melhor na sala de aula”, explica a assessora técnica da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia (Seduct), Cátia Mello.

A coordenadora do Departamento de Educação Especial Inclusiva, Carolina Carmo, explica que a ideia é continuar com a Escola até dezembro, pelo menos até o momento. Ela ressalta que, se houver necessidade maior, será ampliado esse tempo, visto que é necessário levar em consideração as peculiaridades de cada criança. De acordo com a coordenadora, os alunos são separados por habilidades cognitivas e necessidades e não necessariamente por idade.

Para Cátia, o que eles querem também com a escola inclusiva é que, através desse trabalho que estão desenvolvendo, os responsáveis se sintam menos angustiados com o futuro dos filhos e que eles possam criar a máxima autonomia possível. Ela ressalta que também fala sobre a sua experiência e que, se eles não estiverem mais aqui, o filho vai ter autonomia para se desenvolver, porque estão aprendendo justamente na escola inclusiva.

Além de atividades com as crianças, os pais também são incluídos no cronograma, visto que precisam esperar seus filhos. Com isso, Cátia Mello explica que é necessária uma oficina com os pais para que eles também se sintam incluídos e adquiram conhecimentos. Na tarde desta terça (25), a atividade com os responsáveis foi de meditação, mas ela explica que outras serão ministradas, como temas de primeiros socorros, educação alimentar e nutricional. 


O pai de Ágata, Janderson Batista, conta que é bom poder ter um tempo para os pais cuidarem da própria saúde mental, devido a demanda com os filhos. Ele explica que é completamente válido ter uma atividade para os responsáveis, para poder se cuidar e ter cada vez mais melhores condições para cuidar dos filhos.
“As atividades são muito boas para o desenvolvimento pedagógico dela, auxiliar a questão da escola regular, essas atividades serão muito boas para ajudar no desenvolvimento e progressão dela”, Janderson ressalta sobre as atividades para as crianças.
Fotos: Rodrigo Silveira 

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