Fera/Campos estreia nesta quarta na Superliga C Masculina
Matheus Berriel - Atualizado em 03/11/2020 17:47
Equipe campista ficou em terceiro no Estadual
Equipe campista ficou em terceiro no Estadual / Andreza Arêas/Divulgação
“Não tem nenhum time bobo”. A afirmação é do técnico do Fera/Campos, Ronaldo Maciel, em relação aos adversários na busca pela vaga na segunda divisão do vôlei masculino nacional. A chave carioca da Superliga C começa hoje e vai até domingo (8) no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro. No jogo de abertura, às 17h, a equipe campista encara a Prefeitura de Juatuba-MG.
Dos quatro adversários, dois já são conhecidos pelo Fera/Campos. Terceiro colocado no Campeonato Estadual, em outubro, o time perdeu por 3 sets a 0 para o campeão Tijuca Tênis Clube e por 3 sets a 2 para o lanterna Niterói Vôlei Clube durante a campanha. Além da Prefeitura de Juatuba, há ainda no grupo da Superliga C o Acesita Esporte Clube-MG. Apenas o melhor dos cinco garantirá o acesso.
— A expectativa é enorme, a gente não pode negar isso. Nós criamos um projeto com o objetivo de chegar bem à Superliga C, e acredito que o desenrolar do projeto, os treinamentos, a montagem da equipe, tudo ocorreu dentro do que a gente esperava. O que foi um pouco de diferente do que imaginávamos é a quantidade de equipes fortes na Superliga C. Mas, isso é bom pelo lado competitivo, pelo lado do esporte em si — disse Ronaldo Maciel. — A gente vai ter uma chave que eu imagino muito complicada, talvez com o Tijuca um pouco à frente. Mas, espero muito equilíbrio na chave. Não tem nenhum time bobo. E a gente espera fazer um campeonato mais consistente — completou.
Desde 24 de outubro, quando encerrou a sua participação no Estadual, o Fera/Campos focou em ajustes no ataque e na defesa. Neste sábado, o time provavelmente jogará desfalcado do pelo levantador Marlon, um dos destaques do elenco, devido a um problema físico. Mas, o atleta passa por trabalho intensificado na fisioterapia e deve voltar gradualmente a partir de sexta-feira (5), dia da segunda partida.
— A gente oscilou muito no Estadual e pagou caro por isso não chegando à final. Nós tínhamos condições para isso. Mas, serviu como aprendizado para que a gente analisasse muita coisa que aconteceu na equipe. Nesses 10 dias pós-Estadual, procuramos melhorar a virada de bola, o sistema ofensivo, pois entendemos que ficou abaixo durante a competição. Alguns ajustes também do sistema defensivo. E acredito que a gente chegue para a competição alguns degraus acima do que estava no Estadual — afirmou Ronaldo Maciel.

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