
O assunto, no entanto, não sai da pauta e, vez ou outra, o polêmico “todes” ressurge. No dia 19 de janeiro, uma lei que proíbe o uso da linguagem neutra em instituições de ensino de Natal (RN) foi aprovada e sancionada.
Em 2023, quando STF derrubou a lei estadual de Rondônia, todos os ministros da Corte acompanharam o relator, ministro Edson Fachin. A ação foi proposta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino.
A linguagem neutra, ou linguagem não binária, propõe o uso de artigos neutros “e”, “x” ou “@”, em substituição aos artigos feminino e masculino “a” e “o”. Na linguagem, as palavras “todas” ou “todos” são grafadas, por exemplo, como “todes”, para evitar a utilização dos marcadores de gênero.
Sem regulamentação dentro do Ministério da Educação, por outro lado, discursos dentro do governo Lula já utilizam a linguagem.
Posição - A mestre em Língua Portuguesa, professora de Latim e História da Língua, Edinalda Almeida, pontua: “A Língua Portuguesa tem origem, prioritariamente, no Latim, língua que apresenta três gêneros gramaticais: masculino, feminino e neutro. No entanto, não herdamos o gênero gramatical neutro (temos vestígios, apenas, em alguns pronomes). Então, aplicar a flexão de gênero neutro no Português caracteriza, a meu ver, uma grande confusão entre gênero gramatical e gênero como construção social.
Não vejo coerência nenhuma.”
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