IMTT planeja padronizar funcionamento dos semáforos
24/03/2017 18:32 - Atualizado em 24/03/2017 18:35
Rodrigo Silveira-Supcom Campos
Padronização dos semáforos/Rodrigo Silveira-Supcom Campos
O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) planeja padronizar o funcionamento dos semáforos de Campos com a utilização de um sistema gerencial único ou de sistemas que sejam compatíveis. A proposta, segundo o presidente do órgão, Renato Siqueira, é tornar mais operacional o funcionamento e ainda favorecer a manutenção dos semáforos, principalmente das placas eletrônicas e CPUs dos controladores.
Nessa quinta-feira (23), Renato Siqueira recebeu a visita de um representante da Dataprom, uma das quatro empresas com equipamentos instalados nos semáforos de Campos. Eles realizaram inspeção em um dos sistemas, instalado no cruzamento da avenida José Alves de Azevedo com a rua Conselheiro Otaviano.
Rodrigo Silveira-Supcom Campos
Padronização dos semáforos/Rodrigo Silveira-Supcom Campos
— Além deste, avaliamos o funcionamento de mais dois pontos, na rua Treze de Maio com Saldanha Marinho e avenida Pelinca com rua Barão de Miracema. Temos 14 controladores de semáforos na cidade da Dataprom, os demais são de empresas diferentes, e isso dificulta o ordenamento e a manutenção para melhor integração entre os sistemas disponibilizados. Já conversamos e apresentamos o estado atual das instalações semafóricas para três das quatro empresas e vamos fazer o mesmo com a quarta para avaliarmos o melhor procedimento a adotar. Uma das metas é a compatibilização da rede semafórica, caso não seja possível, poderá ser estabelecido um programa de melhorias que inclua a substituição dos atuais equipamentos para que se atinja o objetivo de termos um sistema integrado e com melhores condições de funcionamento e gerenciamento — explicou Siqueira.
O presidente do IMTT explicou que o quadro atual dificulta o trabalho do órgão. “Além da falta de compatibilidade entre os sistemas, temos dificuldades na manutenção, devido às placas serem de características diferentes”, disse Siqueira, que citou como exemplo a dificuldade de sincronizar os sinais na chamada “onda verde” com a atual situação. “Devido à atual incompatibilidade, no caso de problemas, por exemplo, onde exista a ‘onda verde’ com um determinado equipamento, não é possível fazer a substituição ou reparo sem que seja do mesmo fabricante. Já nos deparamos com esta situação, onde havia em estoque peças de outro fabricante”. (A.N.)

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