Cineclube apresenta "O Leitor"
Jhonattan Reis 21/03/2017 18:03 - Atualizado em 23/03/2017 17:19
Cineclube
O Cineclube Goitacá exibe nesta quarta-feira (22) o filme “O Leitor” (The Reader, 2009), do diretor Stephen Daldry. O longa-metragem é baseado no livro de Bernhard Schlink. A apresentação é da agente cultural Luciana Portinho. A sessão tem início às 19h, na sala 507 do edifício Medical Center — na esquina da rua Conselheiro Otaviano com a Treze de Maio, no Centro. A entrada é gratuita.
A história contada em “O Leitor” começa na Alemanha pós-Segunda Guerra Mundial. O adolescente Michael Berg (David Kross) se envolve, por acaso, com Hanna Schmitz (Kate Winslet), uma mulher que tem o dobro de sua idade. Apesar das diferenças de classe e idade, os dois se apaixonam e vivem uma bonita história de amor. Até que um dia Hanna desaparece misteriosamente.
Oito anos se passam e Berg, um então interessado estudante de direito, fica surpreso ao reencontrar Schmitz, seu amor passado de adolescência, no banco de réus de um polêmico julgamento por crimes de guerra cometidos pelos nazistas que ele acompanhava em um tribunal alemão.
Em relação à obra, Luciana Portinho destaca a atuação de Kate Winslet.
— Ela fez um ótimo trabalho em “O Leitor”. Inclusive, ganhou o Oscar por esse filme, que concorreu ao prêmio em várias categorias, mas ganhou apenas o de melhor atriz — disse Luciana.
A apresentadora da noite explicou o porquê da escolha de “O Leitor”.
— É um filme que nos remete a uma situação que não deixa de ser contemporânea. É um trabalho que levanta questões morais, éticas e históricas. E ele é muito interessante. Envolve o que tem por trás da vida das pessoas — relatou.
Para Luciana, o filme causa surpresas.
— É um filme muito denso, porque ele trata primeiro de uma história de amor de um adolescente com uma mulher desconhecida, sendo os dois de classes sociais e idades diferentes, e um sem conhecer a história completa do outro, e, depois, tem todo um descobrimento. Esse relacionamento marcou a história desse rapaz. É um filme bastante interessante. Não é um romance qualquer.
Luciana comentou, ainda, sobre a importância do Cineclube Goitacá para Campos.
— É um marco, uma resistência cultural que tem aqui na cidade e não cobra nada. Estamos completamente abertos a quem quiser participar. Ele (Cineclube) também não tem uma linha ideológica. As pessoas que estão não se propõe a fazer patrulhamento ideológico ou político — falou, concluindo:
— As pessoas estão ali para levantar questões sobre o que o cinema nos apresenta, porque gostam de cinema. É um ponto em comum. As sessões abordam o que o cinema traz em questão de estética, de valores, de narrativa. O Cineclube é um espaço aberto e bem democrático, o que é difícil hoje em dia. É um espaço raro em Campos.

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