Gerente de desenvolvimento da GNA é coautora do livro 'Mulheres na Energia'
Matheus Berriel 28/05/2022 09:22 - Atualizado em 28/05/2022 09:32
Carolina von Lachmann tem texto na obra
Carolina von Lachmann tem texto na obra / Divulgação
Lançado em São Paulo no último dia 20 e com chegada ao Rio de Janeiro marcada para a próxima terça-feira (31), o livro “Mulheres na Energia” tem como coautora a gerente de desenvolvimento de negócios da Gás Natural Açu (GNA), Carolina Baião von Lachmann. Idealizada pela editora Leader, a obra conta com textos de 32 mulheres, com diferentes origens e vivências, que atuam em cargos de liderança ou estratégicos em empresas como GNA, Spic Brasil, Repsol, ENGIE, EDF, 3R, CGG, entre outras. A coordenação é da fundadora e CEO da editora Leader, Andréia Roma, junto à diretora de recursos humanos da CGG, Gabrielle Botelho. O livro tem apoio da coordenadora editorial da Série Mulheres, Tania Moura, especialista em gestão de pessoas, com coordenação jurídica da embaixadora Sandra Martinelli.
Aos 33 anos, Carolina von Lachmann já ocupa sua segunda posição de liderança na GNA, cujo plano de diversidade corporativo tem como uma das frentes o tema “Mulher na Liderança”. Carolina lidera área estratégica na companhia, com foco na atração e no desenvolvimento de novos projetos para expansão, inspirando outras mulheres dentro e fora do setor.
— É um orgulho participar desse projeto tão especial. “Mulheres na Energia” é também uma obra sobre autenticidade, uma característica que só pode ser desenvolvida em ambientes em que as pessoas e a cultura da empresa permitam. A GNA não só permite, como também incentiva que sejamos mulheres autênticas e livres para escolhermos e alcançarmos nossas próprias ambições profissionais — afirma Carolina.
De acordo com o diretor-presidente da GNA, Bernardo Perseke, a participação da gerente de desenvolvimento de negócios na obra simboliza o apoio da empresa à diversidade de gênero no setor elétrico, promovido por meio de ações que visam inserir as mulheres.
— Nos sentimos muito honrados por termos em nossa companhia exemplos como a Carol. Ela representa muito bem a força do time feminino da GNA e o nosso compromisso com a diversidade, equidade de gênero e respeito às pessoas. São valores compartilhados com os nossos acionistas, a exemplo da Spic Brasil, que está conosco na obra “Mulheres na Energia” — ressalta Bernardo.
Além da gerente de desenvolvimento de negócios da GNA, empresa que constrói no Porto do Açu o maior parque termelétrico a gás natural da América Latina, também assinam textos na obra: Adriana Giro, Adriana Waltrick, Alice Cunha da Silva, Camila Darwiche, Camila Santiago, Daniele de Azevedo Baêta, Cristina Pinho (prefaciadora), Diana Santos Ness, Elaine Regina Ferreira, Élia Santos, Gabrielle Botelho, Gilberta Lucchesi, Glaucia Maciel, Izabel Cristina Borges, Jaqueline Krueger, Júlia Pereira de Carvalho Georgief, Juliana Pizzolato Furtado Senna, Karine Ribeiro Pereira, Lais Jerzewski Borges, Laryssa Beatriz R. Oliveira Debacker, Lêda M. C. G. Miranda, Lizbeth Paola Calizaya Carlan, Luciana Moura Nabarrete, Márcia Bodas Alvarez, Marcio Felix (prefaciador), Meg Montana Kede, Olga C. R. L. Simbalista, Rakel Garcia, Rosângela Domiciano Ribeiro, Sueli Hudson e Thais Soares.
Em São Paulo, o livro foi lançado na Livraria Cultura do Conjunto Nacional. Já no Rio de Janeiro, o lançamento acontecerá na Livraria Travessa do Barra Shopping, às 19h da próxima terça.
Equidade de gênero — A GNA tem uma série de ações voltadas para a promoção da diversidade e inclusão, que criam espaço e oportunidades para mulheres, como a formatura da primeira turma de soldadora do Programa de Qualificação Profissional e a adesão aos Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU Mulheres. Como resultado destas e de outras iniciativas, cerca de 650 mulheres foram contratadas para trabalhar nas obras de construção da Usina Termelétrica (UTE) GNA I, primeira usina da companhia, que entrou em operação comercial em setembro de 2021. No quadro de funcionários próprios, 51% são ocupados por mulheres, das quais 31% ocupam cargos de liderança. Ações da GNA na área já renderam reconhecimento da International Finance Corporation (IFC), por um programa contra violência de gênero, e do Great Place to Work (GPTW), como uma das melhores para mulheres trabalharem. (M.B.) (A.N.)

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