Pagamento de Auxlio Emergencial leva pessoas para o Calado
caro Abreu Barbosa - Atualizado em 13/01/2021 18:08
Bancos e lotéricas estavam atendendo uma grande demanda nesta quarta-feira (13). Mas a circulação no Boulevard Francisco de Paula Carneiro (Calçadão) era fraca. O calor não dava trégua e, fosse para pagar contas, sacar o Auxílio Emergencial ou fazer alguma compra, o clima era um obstáculo. Vez ou outra um vento corria e refrescava quem estava parado em alguma sombra.
Enquanto isso, aos poucos que passavam circulando pelo calçadão, os vendedores ambulantes de picolé, água gelada e refresco também tentavam capitalizar oferecendo alguma forma de se refrescar; entretanto, pior que o clima era a COVID-19. Vez ou outra era possível observar até mesmo idosos desrespeitando o uso de máscaras e o distanciamento social nas filas dos bancos - que estavam cheios.
A razão do grande movimento nos bancos é o pagamento, nesta quarta, de  3,4 milhões de beneficiários do Auxílio Emergencial e do Auxílio Emergencial Extensão, em todo Brasil. Os nascidos em junho puderam sacar e transferir os recursos da Poupança Social Digital. Foram creditados R$ 2,5 bilhões para esses públicos nos ciclos 5 e 6 de pagamentos do Auxílio Emergencial.

“Desse total, R$ 2,2 bilhões são referentes às parcelas do Auxílio Emergencial Extensão e o restante, R$ 300 milhões, às parcelas do Auxílio Emergencial”, informou, em nota, a assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal.

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