Entre os grandes setores econômicos, Campos se destaca com Serviços, tendo gerado 2.249 postos de trabalho formais; Indústria, com 245; Construção Civil, com 228; Comércio, 176 e Agropecuária, com 48. No ano passado, o saldo de empregos formais em Campos foi negativo apenas nos meses de julho, outubro e dezembro. Os meses que mais geraram empregos foram maio, com 1.699, e junho, com 1.025.
Ainda de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, no último trimestre do ano, principalmente no mês de dezembro, as cidades médias brasileiras não apresentaram bons resultados na geração de emprego, um reflexo também do cenário nacional com juros e dólar altos. No Brasil, o saldo foi negativo em 535.547 vagas; o Rio de Janeiro com menos 17.125 vagas de trabalho e o Norte Fluminense com saldo negativo de 906 empregos o que, consequentemente, representa saldo negativo dos municípios, como Campos (- 614) e Macaé (-127).
De acordo com a pasta da economia, o primeiro semestre será desafiador no sentido de alargar as parcerias do governo municipal para captar dinheiro novo, principalmente, das emendas federais para impulsionar as parcerias e os investimentos. Como ponto positivo, o município contará com os anúncios da recuperação da produção petrolífera da Bacia de Campos e a próxima safra agrícola, que, com esse volume de chuva, deve redundar em boa produtividade do ciclo canavieiro, permitindo uma boa safra e a geração de empregos formais no setor a partir de abril.
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